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18 janeiro 2016

Do fundo do meu báu: Pretty Guardians Sailor Moon


Direto to túnel do tempo. . .

Pretty Guardian Sailor Moon, ou como é popularmente conhecido: SAILOR MOON LIVE ACTION! Sim, senhoras e senhores, um live-action, para os mais entendidos: um tokusatsu - literalmente uma adaptação com atores reais.

Ficha técnica: 
49 episódios
2 especiais: Special Act (que conta o casamento de Usagi e Mamoru) e 3 episódios de Act Zero (que conta a história da Sailor V e Tuxedo Mask)
Exibido entre Setembro de 2003 e Outubro de 2004
Produzida pela Toei Company  

A história conta basicamente o primeiro arco de Sailor Moon. Usagi (Serena no Br) é uma garota comum e até que uma gatinha conta que ela é a reencarnação de uma guerreira lunar e que ela tem que ir atrás da princesa e recuperar o grande (magnifico, poderoso, overpower, mais cobiçado) Cristal de Prata e também atrás das outras guerreiras que estão adormecidas das suas vidas passadas. Tudo isso enquanto os malvadões também despertaram e também estão atrás do Cristal de Prata. Rainha Beryl e os cavaleiros dela, Tuxedo Mask e Sailor V estão todos incluídos nesse arco, e coincidentemente estão todos atrás do Cristal de Prata. 


Aposto que você leitor ainda está tentando assimilar o fato de existir um Live Action de Sailor Moon, afinal elas tem aquelas transformações e os poderes e toda uma magia e que teoricamente é impossível transformar em uma série live-action sem se parecer com os Power Rangers. 
Assistam o trailer e tirem suas próprias conclusões: 





É um fan-trailer, mas tá valendo.


         ATORES PRINCIPAIS: 
• Sailor Moon/ Usagi: Miyu Sawai
• Sailor Mercury/ Ami: Chisaki Hama
• Sailor Mars/ Rei: Keiko Kitagawa
• Sailor Jupiter/ Makoto: Myuu Azama
• Sailor Venus/ Minako: Ayaka Komatsu
• Tuxedo Kamen/ Mamoru: Jyôji Shibue
• Sailor Luna: Rina Koike
• Queen Beryl: Aya Sugimoto   

 
Sobre os atores sou meio suspeita pra comentar e visto as condições do live-action acredito que todos desempenharam bem o seu papel, até mesmo os personagens secundários como os cavaleiros do Principe Endymion e o moço do Game Center são bem cativantes. A Ayaka Komatsu é uma cantora pop (), e a Keiko também fez uma ponta no filme estaduniense: Velozes e Furiosos - Desafio em Tóquio (pensa em alguém aos berros pra TV "É a Sailor Mars!")  e é impossível não sorrir junto com a Miyu como Usagi. E já digo logo que também tiveram pontos que eu fiquei WTF? E não foram poucos. 


 

Outro ponto bastante favorável: A TRILHA SONORA! Como todas as animações/ live-actions/ comerciais nipônicos, a trilha sonora gruda na cabeça feito chiclete. Em poucos episódios você estará cantando a abertura e se mesmo assim você não decorar e nem souber fazer poses graciosas, elas te ensinam! PSGM fez tanto sucesso no Japão que tem um especial que ensina você a dançar, são só alguns passos que transformaram vocês em guerreiras e guerreiros lunares. (#sqn


 Isso gruda na cabeça ;_;


Pretty Guardians Sailor Moon, foi uma daquelas coisas que marcou a minha infância/ adolescência e talvez seja uma daquelas coisas que mostrei aos meus sobrinhos e eles vão me olhar feio.

Fiquem a transformação mais legal --q






 

29 dezembro 2015

Perdão pelo vacilo: A trilogia Samurai X

Como a Chii diria "Peço perdão pelo vacilo", deveria ter terminado de assistir antes. 




Em 2011 tivemos a notícia que o famoso mangá/ anime Samurai X (Rurouni Kenshin no original) viraria um "live action" (ficou mais pra filme), em primeiro momento foi uma euforia e trailers, imagens, tudo que saia era motivo para os fãs ficarem histéricos. Uma superprodução feita pela Warner Bros. JP que foi lançado em agosto de 2012, com o sucesso de bilheterias japonesas anunciaram que haveria outro dois filmes da franquia representando a saga mais famosa de Samurai X: Shishio (o moço cheio de bandagens) e é aqui que nossa história começa. 

Ao anunciar o filme fiquei ansiosa, porém como várias outras adaptações japonesas ficaram muito ruins fiquei com um pé atrás - sentimento que foi totalmente cortado aos saírem os primeiros trailers - isso foi em 2011/ 2012, foi nessa época também que conheci o One Ok Rock (clique), depois de uma quest finalmente consegui fazer o download do primeiro filme e das legendas (foi um verdadeiro inferno) e uma promessa: Não iria fazer download do próximo filme tão cedo. Isso não foi porque eu odiei o filme, pelo contrario - eu amei, mas o trabalho que tive para conseguir assistir o primeiro filme... NO WAY

 


RUROUNI KENSHIN - MOVIE: 

Battousai Hitokiri ficou conhecido por ser um dos melhores assassinos do país. Seu apelido, o Retalhador, ecoou por todos os cantos do Japão. Cansado de tanta matança, Battousai abandona sua espada em plena batalha e faz um juramento: defenderá a justiça, mas não matará mais ninguém. Sua arma, porém, foi recolhida por um dos derrotados, Jin-e Udo. Vivendo como andarilho e usando um novo nome, Kenshin Himura, o ex- assassino vagueia pelos vilarejos até que, dez anos depois de sua decisão, ele chega a Tóquio. Lá, ele conhece Kaoru, uma jovem que herdou o dojo de seu pai, e teve o nome humilhado por um espadachim que usava o nome Battousai Hitokiri. Para provar que a suspeita de Kaoru está errada, Kenshin mostra a ela que ele não carrega espada alguma, apenas uma Sakabatou, uma arma de lâmina inversa. Ao mesmo tempo, alguns crimes acontecem na região e deixam a polícia em polvorosa, pensando que o lendário Retalhador está na cidade, Na verdade, Jin-e Udo está matando e deixando a culpa cair sobre Himura. Quando os dois samurais duelam, tudo fica claro. Ao lado do oficial da polícia, o rapaz passa a caçar Jin-e para descobrir quem está por trás de tudo isso e limpar seu nome. Quando Kaoru é sequestrada, é hora do real Battousai mostrar sua força. - Wikipédia


 

Juro pra vocês que esse filme superou todas, mas todas as minhas expectativas e eu fiquei tão eufórica pra eles adaptarem logo a Saga do Shishio (a melhor saga de todas). O filme em si é muito bom, eles conseguiram adaptar o mangá e principalmente conseguiram pegar o clima da história.
Tudo era perfeito, os atores, a trilha sonora, os personagens foram bem construidos e apesar de não seguir a risca a história (nunca seguem) e eu sentir falta desesperada do Aoshi nesse primeiro filme, no geral foi perfeito. 

Agora era esperar pelo segundo filme... E esperei... Esperei tempo demais até que:

RUROUNI KENSHIN: O INFERNO DE KYOTO



Leiam bem: O-I-N-F-E-R-N-O-D-E-K-Y-O-T-O. Na minha cabeça só um nome aparecia: Makoto Shishio! Finalmente iriam adaptar a melhor saga de Samurai X para os cinemas e com toda qualidade do primeiro filme ~ OH MY FEELS! E ainda mais ter a noticia que a saga seria dividida em duas partes só me fez ficar ansiosa, mas é como dizem "quando as expectativas estão muito altas, a decepção também acaba sendo alta". Vamos a sinopse: 

Kenshin vive tranquilamente com Kaoru e seus amigos, mas é chamado pelo Governo de Meiji. Shishio Makoto um assassino, tal como Kenshin, foi traído, incendiado e deixado para morrer. Ele sobrevive e vai para Kyoto e se reúne com seus guerreiros para derrubar o novo governo. Contra a vontade de Kaoru, Kenshin aceita relutantemente ir até Kyoto, para ajudar a evitar que o país entre em uma guerra civil. - Wikipédia


O filme em si é muito mais que essa sinopse do nosso amigo Wikipédia, o jogo político e ver como o Shishio consegue o seu exercito e como ele realmente é uma figura assustadora (no anime e mangá ele realmente é um vilão assustador e a fraqueza dele o torna ainda mais perigoso), mas melhor que o Shishio (contem quantas vezes eu escrevi Shishio) foram as sequências de lutas... E QUE SEQUÊNCIAS


 Uma das melhores lutas!

 

Depois dessa parte em que a famosa espada quebra, eu fiquei exatamente como o gif abaixo. Lembrando que isso realmente acontece no mangá e anime e em todas as vezes foi chocante, igual a luta com esse menininho do submundo. 

 

E mesmo com lutas de tirar o fôlego, com Makoto Shishio e até mesmo um Aoshi dando as caras e a Oniwabanshu (os ninjas e talz) também fazendo o seu papel de forma excelente, mais aqueles elementos do primeiro filme: atores, fotografia, roteiro, trilha sonora, personagens bem construidos e principalmente a fidelidade com o clássico mangá. O final do filme não me agradou em nada, termina numa parte super "WHATAFUCK?" e simples assim: acabou o filme, conviva com isso. 

Juro pra vocês que não é ruim o filme, mas o meu coração de fã não gostou e isso me decepcionou um pouco e levou a demora pra assistir o último filme. 


 RUROUNI KENSHIN: O FIM DE UMA LENDA


Rurouni Kenshin - O fim de uma lenda. Confesso que quando vi esse poster pela primeira vez deu um aperto no coração e enrolei pra ir atrás do filme, enrolei mesmo, porque não queria que a cena do poster chegasse. Até que finalmente comprei o dvd (Inferno de Kyoto e O fim de uma lenda foram comprados numa das lojas no bairro da Liberdade - São Paulo), preparei o terreno e reuni coragem para assistir. 

Shishio zarpa em seu navio couraçado para derrubar o governo Meiji e restabelecer a paz no Japão, levando Kaoru com ele. Para impedi-lo a tempo, Kenshin treina com seu antigo mestre para aprender a sua técnica definitiva. - Wikipédia

Nesse filme foi quando engoli todas as minhas criticas sobre o Inferno de Kyoto, o clima nesse filme estava muito diferente dos outros e eles conseguiram explorar até o passado do Battousai, a infância e o relacionamento dele com o mestre. Só uma coisa ainda me incomodava nesse filme: Aoshi Shinomori. Quem assistiu/leu a saga original sabe que o Aoshi sempre foi paunocu anti-herói, e o seu papel na história era meio confuso e não foi diferente nos filmes.


Eu gostei da versão do filme


 
Aoshi vs Kenshin

 Fiquei o filme todo boquiaberta com as cenas, com as lutas, com a história em si, com o desenrolar da história, com tudo! 

Até que finalmente chegou a parte da luta final, A luta final, depois de toda a história levar eles (Kenshin, Aoshi, Saito e Sanosuke) para o palácio do Shishio e a temperatura está muito quente. 



 Não vou me alongar muito, mas digo que foi uma emoção muito grande, essa luta final compensou a saga para assistir a trilogia, meu [insira sua crença] que luta final, que fotografia, que personagens. 

E quando você pensa que nos minutos finais do filme não pode melhorar, porque sério, foi muito bom, o próprio filme nos lembra que apesar de todas as lutas e toda testosterona, ainda tem romance nessa história. ROMANCE! Nos minutos finais do filme tem uma cena super fofa (mega fofa, hiper fofa) protagonizado por Kenshin e Kaoru ♥ 


♥ ~ É tão leve o romance deles.

E enquanto passa a cena mais romântica da trilogia, começa a introdução das minhas lágrimas. One Ok Rock fez a trilha sonora dessa trilogia e era óbvio que eles iriam ter a música de encerramento. Só que não precisava ser essa música. Heartache encerra a Trilogia de Rurouni Kenshin.



Deveriam prender esses ninjas cortadores de cebola, porque sinceramente eu não consigo parar de chorar quando escuto essa música. Parece que foi de propósito "Você demorou pra assistir, agora sofra!" - Perdão pelo vacilo. Assistam a saga, é muito boa.